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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

DE CURITIBA PARA A CIDADE DO ROCK - PARTE 4 (FINAL) - A DESPEDIDA

SÁBADO, 26 DE SETEMBRO: Passados uma semana desde que eu cheguei na Cidade do Rock, infelizmente hoje seria a despedida, mas eu voltei feliz, pois vivi um momento histórico da minha vida, que não é qualquer um que consegue vivenciar. Depois de ter passado mal no aeroporto na chegada, ir pela primeira vez para a Cidade do Rock, ver bandas como Gojira, Royal Blood, Motley Crue, que estava em sua última turnê e Metallica... Conhecer novos lugares, como o Maracanã, o Cristo Redentor, Ipanema, Copacabana, onde eu vi o Corey Taylor no hotel, inclusive, o Pão de Açúcar... Ir mais uma vez para a Cidade do Rock, no dia do metal, para ver minha banda favorita, o Slipknot, e também a Mastodon, Faith No More e De La Tierra. Enfim, foi uma experiência incrível. Mas como tudo tem um começo e um fim, hoje eu estaria voltando para a minha cidade natal, Curitiba. Essa viagem ficará marcada para sempre em mim.























FIM!

Galera, chegamos ao fim da resenha da minha viagem para a Cidade do Rock. Obrigado a todos que acompanharam, em breve eu farei novos projetos para colocar aqui... MUITO OBRIGADO!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

DE CURITIBA PARA A CIDADE DO ROCK - PARTE 3 - O DIA DO METAL E O CASO DO CATCHUP

SEXTA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO: Passados seis dias da primeira vez em que eu fui para o Rock In Rio. De lá pra cá teve praia, jogo no Maracanã que só foi bom por causa do estádio, porque o jogo foi incrivelmente chato, e mais praia. Mas, hoje, eu iria pela segunda vez para a Cidade do Rock e desta vez, eu assistiria a uma banda que me influenciou muito com a música. Lá vamos eu e meu pai para o ponto pegar o ônibus. Foi um passeio de mais ou menos 35km para chegarmos na cidade, mas deu tudo certo. Chegamos, comemos um cachorro quente e aí sim, entramos na multidão. Eu mal tinha chego e já ouvi uma banda que me parecia familiar... Pera aí, é o Korn! Assisti o show deles até o fim, e assim foi encerrado o Palco Sunset, começaria agora o Palco Mundo, e quem o abriu foi a banda De La Tierra, formada pelo Andreas Kisser. Logo depois, venho a Mastodon... Fim de show, e agora viria uma banda que eu conhecia e gostava, Faith No More. Na verdade, o show foi muito menos do que o esperado. Na minha opinião, eu achei que faltaram algumas músicas famosas deles no setlist, por exemplo, a Falling To Pieces, mas fora isso, foi legal, inclusive a tentativa do Mike Patton de fazer um parkour no meio do show, mas pra quem viu, foi só uma tentativa. Acabou o show, e agora começaria a banda que eu disse no começo desse texto que me influenciou na música. Sim, essa banda, é o Slipknot. Mas, espera, tem um fato que me deixou bem alegre antes do show começar. Lá estávamos eu e meu pai caminhando pacientemente pela Cidade do Rock quando eu sinto algo na minha perna. É algo líquido, no começo eu pensei que fosse água, aí eu falei pro meu pai: "Acho que molhei a perna". Mas foi aí que a raiva começou, ele disse que tinha pisado num maldito sachê de catchup. Porra meu! Eu tenho uma leve frescura em ficar me sujando todo, e aquela porra tinha ido do meu tênis até a minha bermuda! Eu fiquei louco, até nem falei com meu pai por um tempo de tanta raiva. E o pior foi que ele que pisou no sachê de catchup, mas ele não se sujou, parece que o catchup estava contra mim naquela hora. Mas enfim, o show iria começar. Eu logo vi aquela cabeça de cabra gigante no palco. Olha, não é porque Slipknot é uma das minhas bandas preferidas, mas eu acho que eles tem a melhor montagem de palco de todas as bandas, serião... As luzes se apagam, e era agora, a hora do show. Começou com a XIX, e eu já tava muito louco, nunca imaginei ver o Slipknot ao vivo e sem ser pela televisão. Quase no final da música, as chamas se acenderam em volta da bateria, e só dava para ver a sombra dele, Jay Weinberg. Aí sim eu gritei pra porra, já tinha até esquecido do catchup. Foi aí que eu ouvi o som da guitarra, era o Jim, prestes a iniciar a música Sarcastrophe. Aos poucos, todos os integrantes foram entrando, até que o Corey brotou no palco com tudo. "ROCK IN RIOOOOOOOOOO!!!!!!!" ERA AGORA, IA COMEÇAR MEU DEUS! Todo mundo começou a pular, inclusive eu! Pulei tanto que até me superei do show do Metallica! Logo em seguida, venho uma música das antigas deles. "Seven, seven, seven, six, five, four, three, two, one... Zero". Sim, era a The Heretic Anthem! Todo mundo pulando de novoo!!! Achei muito foda ver ao vivo aquela linha de pedal duplo na bateria que o Jay fazia. Depois, a música que eu mais gosto deles. Psycho, fuckin, sociaaaaaaaaal. Só deu pra ver os neguinho balançando a cabeça que nem uma gelatina. Em seguida, uma faixa do último álbum deles, o The Gray Chapter. Essa música era a The Devil In I, que começa meio calma, fica mais pesada no refrão, e termina pesada também. E o show foi continuando normalmente com AOV, Vermillion, que eu pensei que eles não iriam tocar, Wait And Bleed, que pra mim é uma das músicas que tem a melhor escrita deles, Killpop, do último álbum, e aí, chegou uma música que tem uma das melhores performances ao vivo, Before I Forget! Na introdução, todo mundo, todo mundo mesmo, estava pulando sem parar! Depois, Sulfur, que eu também pensei que eles não iriam tocar, mas eu achei legal deles terem tocado ela, e logo depois, uma homenagem para o meu palhaço preferido, o Shawn :D . Era aniversário dele e o Corey pediu pra todo mundo cantar um parabéns pra ele. Mais um fato interessante é que do nosso jeito brasileiro, ao invés de realmente cantar o parabéns em inglês certinho, a gente só ficou mais de um minuto só falando "Happy Birthday to you, happy birthday to you", é como se uma banda brasileira fosse tocar nos Estados Unidos e quisesse que os americanos cantassem parabéns em português pra um dos integrantes da banda e a platéia só ficasse falando "Parabéns pra vocêeeee, parabéns pra vocêeee", mas enfim... Depois do parabéns pro Shawn, começou outra música que eu curto muito, a Duality. Eu queria que o Sid tivesse pulado na galera que nem ele fez no Rock In Rio de 2011, mas ele não pulou :( . Porém, só a música já valeu. Depois, venho a Disasterpiece, que segundo o Corey Taylor, é a música que ele mais gosta de cantar ao vivo, que ele fica doidão com ela e tals. Em seguida, vinha a música que fazia todo mundo pular com apenas uma palavra, acho que quem conhece o Slipknot sabe da qual música eu estou falando... SPIT - IT - OOOUT! A música tá rolando quando para quase todos os instrumentos e só fica o Mick tocando, aí rola toda aquela fala do Corey, todo mundo abaixa, e é agora, esse momento será inesquecível pra mim! A música volta a rolar, até que o Corey dá o comando... JUMPDAFUCKUP! NOOOOOSSAAAA!!!! Quase morri esmagado mas foi muito dahora! Parecia até que o palco tinha virado uma lagoa e as pessoas eram sapos revoltados que ficavam pulando e se empurrando. Terminou a música e começou outra que eu gosto pra cacete, Custer. Depois, a música que tem um nome nada mais, nada menos do que estranho, 742617000027. Em seguida, a Sic, e as duas últimas músicas foram People=Shit e Surfacing. Terminou com muitos fogos e todo mundo já sem energia de tanto pular. Saí de lá muito feliz e também ainda sem acreditar que eu tinha ido no show do Slipknot. Pegamos o ônibus e voltamos para o hotel. Ah, e o catchup? Tava seco na minha perna :D .















CONTINUA...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DE CURITIBA PARA A CIDADE DO ROCK - PARTE 2 - A MADRUGADA DE SHOWS

SÁBADO, 19 DE SETEMBRO (DIA DO SHOW): Era hoje... Era hoje que eu iria assistir a um show na Cidade do Rock. O dia foi todo cheio de ansiedade. Eu e meus pais deixamos toda a bagagem dentro do quarto e saímos para almoçar. Como não conhecíamos a cidade, pedimos para o "guardinha" do hotel uma sugestão de onde ir almoçar. Ele falou o nome de um restaurante qualquer e disse que era elegante o lugar, com comida boa, etc. Ok, fomos no tal restaurante e quando chegamos lá... É, digamos que não era tudo aquilo que o "guardinha" tinha falado, mas estávamos com fome e por isso decidimos comer por ali mesmo... Voltamos para o quarto do hotel, e eu fui descansar um pouco da viagem nem tão boa, mas pelo menos eu tinha chego no Rio de Janeiro... Algumas horas de sono se passaram quando eu acordei e fui me arrumar, pois o ônibus do Rock In Rio estava por vir. Me arrumei e saí com meu pai em busca do ponto de ônibus. Chegamos lá e entramos no ônibus. Olha, eu acho que nunca tive tanta ansiedade andando com um ônibus, mas, continuando... O ônibus estava a caminho da Cidade do Rock, e eu percebi que estávamos perto do destino quando eu vi aquela roda gigante! Nunca tinha visto algo tão foda assim! De repente, alguns fogos de artifício começaram a estourar... "Será que era porque eu tinha chego?", na verdade não, era a abertura do PALCO MUNDO! O ônibus finalmente parou e eu desci. Lá estava eu, de frente com a Cidade do Rock! Eu e meu pai entramos lá e fomos fazer o lanchinho da tarde... Hehe... Fomos em um Bob's que tinha lá dentro e pegamos qualquer lanche e um refrigerante. Sério, aquele sanduíche estava parecendo um plástico, quem sabe não era porque o sanduíche tinha sido esquentado no microondas, mas tudo bem... Comecei a prestar atenção no show. O Palco Mundo daquele dia tinha começado com a Gojira, uma banda francesa com 24 anos de carreira. O show acabou, eu e meu pai saímos um pouco daquele monte de gente e fomos ver mais da Cidade do Rock. E pra falar a verdade, "Cidade do Rock" não é apelido não... Aquilo é uma cidade mesmo! Tem muitos barzinhos vendendo várias comidas e bebidas, tinha uma loja oficial do Rock In Rio e muuuuitas outras coisas. Voltamos para o Palco Mundo, pois iria começar outro show, da banda Royal Blood. Eu nunca tinha ouvido falar daquela banda na minha vida, acabei conhecendo ela no Rock In Rio. Achei fantástico um duo fazer um som tão foda. Foi um dos melhores shows pra mim. O show acabou e mais uma banda subiria no palco, a Motley Crue, uma banda velhinha já, que irá encerrar seus shows no final deste ano (uma curiosidade: no dia seguinte, eu fui visitar o Pão de Açúcar e o vocalista deles passou na minha frente :D ). Enfim, também foi um show muito foda, com músicas clássicas deles. O show acabou e agora, entraria no palco a banda que era o motivo de eu estar ali naquele dia. Era nada mais, nada menos do que o Metallica. Eu não saí do lugar até o show deles começar... Aquilo seria incrível! Até que as luzes se apagaram, e era agora, o show estava prestes a começar. Começou como sempre com aquele clássico vídeo, o "The Ecstasy of Gold" e logo em seguida, começooooou!!! Todo mundo pulando com Fuel, que foi com certeza a música que mais deixou todo mundo agitado, pois era o começo do show. Todo mundo tava louco! Era simplesmente incrível aquela sensação! Logo depois, começou uma das músicas que eu mais gosto do Metallica... FOR WHOM THE BELL TOLLS! Pulei muito nessa música... Hehehehe... E o show foi continuando, Battery, King Nothing e em seguida, a Ride The Lighting. Tudo estava ocorrendo bem até que... PORRA, CADÊ O SOM DA GUITARRA?! Bem na hora do solo, dá uma pane no som. Acho que quem gostava muito da Ride The Lighting deve ter ficado puto com isso. Depois desse problema, a banda ainda conseguiu terminar a música e ficou uns 20 minutos fora do palco. Enfim, problema resolvido, segue o show... The Unforgiven, Cyanide, Wherever I May Roam, até que chegou uma das músicas clássicas deles, SAD BUT TRUE! Todo mundo pulando de novo e dessa vez não teve pane no som :D . Depois, continou as músicas... Turn The Page (cover do Bob Seger), The Frayed Ends Of Sanity e mais uma música que eu curto muito, One, uma música que começa calma e termina mais pesada do que nunca. Em seguida, outra música muito foda, Master Of Puppets, com um refrão muito loucoooo!!! Depois, Fade To Black e Seek And Destroy, que eu também gosto pra cacete. Por um momento eu me assustei pensando que não ia tocar a Enter Sandman, porque normalmente o Metallica sempre encerra com a Seek And Destroy, mas ainda bem que naquele dia isso não tinha acontecido. O show continuou com Whiskey In The Jar, Nothing Else Matters e, até que enfim, ENTER SANDMAN! Foi muito louco! Desde a música até aquelas bolas gigantes voando por todo o lugar. Foi uma festa e tanta, mas acabou por aí... Foi uma das melhores experiências da minha vida! Pena que tinha acabado... Saímos da Cidade do Rock à caminho do hotel. Mas é como dizem, tudo que é bom, dura pouco. Saindo do show, logo vi uma fila maior do que a roda gigante da cidade, e sim, tive que esperar, esperar e esperar para conseguir entrar no ônibus. Chegou uma hora em que eu já estava morrendo de cansaço, mas toda aquela espera tinha valido a pena. Entrei no ônibus e fomos para o hotel. Chegando no ponto, ainda andei mais algumas quadras até chegar no hotel em Copacabana. Cheguei, deitei e foi num piscar de olhos que eu entrei em coma pra acordar no dia seguinte :D . Mas além do Metallica, ainda teria mais um show que estava por vir...



CONTINUA...

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

DE CURITIBA PARA A CIDADE DO ROCK - PARTE 1 - A CHEGADA

SEXTA-FEIRA, 18 DE SETEMBRO: lá estava eu, umas 2 da madrugada, assistindo o show do Queen no Rock In Rio, e já imaginando que, no dia seguinte, eu estaria lá, de frente com aquele palco gigante, o palco, do Rock In Rio. A ansiedade e a alegria dominavam meu corpo naquele momento, eu me arrepiava só de pensar que eu iria para o Rock In Rio. Logo depois do término do show do Queen, fui dormir. Na verdade, eu fiquei mais tempo deitado do que dormindo, de tão ansioso que eu estava .
SÁBADO, 19 DE SETEMBRO (DIA DO SHOW): Acordei passando muito mal, tomei um remédio para vômito e eu, meus pais e meu irmão fomos para o aeroporto. A caminho, a ansiedade e a vontade de vomitar retornou e, logo depois de chegar no aeroporto, o vômito já estava para sair e eu acabei vomitando na primeira lixeira que eu vi. Mais tarde, aliviado, fui comer algo e beber uma Coca, e, mais uma vez, vomitei na primeira lixeira... Tá, chega de vômitos na história. Entramos no avião a caminho de São Paulo. Chegando lá, eu já estava melhor, e menos puto comigo mesmo por ter passado mal justo no dia do Rock In Rio. De São Paulo, aí sim, pegaríamos o avião rumo ao Rio. Deu tudo certo, chegamos bem, porém, cansados, mas aquilo já não me importava. Pra quem acordou vomitando em todas as lixeiras de um aeroporto, estar cansado era pouco... Tirei umas fotos do aeroporto, peguei minhas bagagens e eu e minha família saímos do aeroporto para Copacabana, que era onde ficava o hotel onde ficaríamos por uma semana. Mas, nesta viagem, muita coisa estaria por acontecer...


CONTINUA...